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14 de fevereiro de 2012

Valentine's Day

11 de fevereiro de 2012

Aguardando Reflexão...

Aguardando Reflexão...

10 de fevereiro de 2012

Prisma

Ainda escreverei como me sinto...
Farta de Luz
Me esvaindo em cores
Trespassando Cristais
Puros e Transparentes
De tanto esperar
No tempo das idades
Até ter a certeza 
Que transendi
Um Diamante...

8 de fevereiro de 2012

E AGORA? O QUE É QUE EU FAÇO?

Eu não podia arriscar...
Eu não podia arriscar!
Perder a minha fé?
E depois?
Como lidar?
Como admitir isso?
Como encarar a resposta e ter que enfrentar?
E escutar minha mente implorando:
E agora?
Me diga Pôrra!
E agora o que é que eu faço?
Isso?
Alivia?
Isso não resolve!

FORGET ME MARIA

Sua Luz chegou
ofuscante para meus olhos...
Dissolveu-se em lágrima
Inundando a minha mente
E desceu pela minha face...
Senti o cheiro do Universo!
Escorregou até meu lábios
Penetrou a minha Boca
Invasiva.
Pura Saliva...
Brotou Nascente...
Transbordou
Saindo por poros
Banhando meu corpo...
Grudou Suor
Eu acreditei tanto...
Mas tanto... Tanto...
E decidi:
Prefiro viver na Fé
Que morrer na Desilusão...

19 de janeiro de 2012

A SEGUNDA GUERRA ACABOU? he he he

Oh TOM, Assim você me decepciona! 
Pôxa TOM! 
Quem disse que a SEGUNDA GUERRA ACABOU? 
Oh! Tom... Oh Tom....
Está parecendo exercício de didática...

3ª Guerra Mundial.
Será que ela vem aí?
Por Tom Capri
 (Saiba também, no segundo artigo mais
adiante, por que a primeira guerra
mundial é, na verdade, a luta de
classes, a mãe de todas as guerras)
  
  
Você encontra estes dois textos também em meu
NOVO site www.virobscurus.com.br, no link
  
Esta noite, sonhei que estávamos em plena 3ª Guerra Mundial. Acordei assustado, tanto mais porque logo me dei conta de que os maias podiam estar certos. E de que talvez estejamos muito próximos do fim da vida no Planeta, algo que já está acontecendo, mas que pode se acelerar pra valer em 2012. É ano eleitoral nos EUA, Barack Obama quer a todo custo se reeleger e sabe que só o conseguirá se puser fim às pretensões do Irã de ter ogivas nucleares. Estamos muito próximos, portanto, de ver os EUA entrarem pela sexta vez numa guerra contra outro país, apesar de terem fracassado em pelo menos quatro das anteriores (Iraque, Afeganistão, Vietnã e Coreia). Agora é a vez do Irã. Só que com o Irã não se brinca. As conseqüências certamente seriam muito mais desastrosas, possivelmente com a eclosão da 3ª Guerra Mundial. Só a China importa do Irã 20% do petróleo que consome. Até já começou a reduzir drasticamente essa forte dependência, temendo que os EUA entrem em conflito com o Irã. Será que vem aí, mesmo, a 3ª Grande Guerra? Veja como não estamos longe disso.

O capital (não o capitalismo) está em crise em alguns dos principais centros financeiros do Ocidente, como EUA e Europa. Isto já é suficiente para temermos nova guerra mundial. Uma das saídas que se avizinham no momento para essa crise é --- velho sonho do capital ocidental --- a conquista do atraente mercado árabe-muçulmano, com seus 700 milhões de consumidores, incluindo o povo iraniano, de origem persa.

É notório o avanço do capital ocidental na região, ainda que ditaduras de cunho nacionalista, como a de Muamar Kadafi, tenham resistido bravamente. A “Primavera Árabe” trata de acabar com essa resistência, e alguns ditadores já caíram. A queda de outros é vista como uma questão de tempo, segundo os analistas.

Mas o Irã resiste à ocidentalização. E corre atrás da bomba atômica. Sabe que esta é a única maneira de se proteger da invasão e do domínio das corporações ocidentais. O que elas mais querem é reger a exploração do petróleo na região. Já perceberam que a “Primavera Árabe” não tem sido suficiente e pode ser traiçoeira.

Por isso, em operação casada com Israel, que está na região mais para fazer as vezes do capital ocidental, os EUA e os países mais ricos da Europa tratam agora de minar a economia iraniana (estratégia já adotada em outros países que se tornaram “inimigos” dos americanos). O objetivo principal é impedir que o país produza seu primeiro artefato nuclear. Seria a maior derrota do capital ocidental, desde que a Coreia do Norte, hoje ‘protegida’ pela China, conseguiu chegar lá e tornou-se parte do “Eixo do Mal”.

Tudo caminha para um conflito dos EUA/Israel e aliados europeus contra o Irã. Obama sabe que a invasão do Iraque e a condenação à morte de Sadam Hussein garantiram a reeleição de Bush Filho. Sabe também que os efeitos da morte de Bin Laden já se foram por terra. Só lhe resta o Irã.

Claro está que, experientes após sucessivos fiascos na Coreia, Vietnã, Afeganistão e Iraque, EUA e aliados não pensam em invadir o Irã. Tratarão antes de minar a economia iraniana com embargos, como já vem acontecendo. E também de lançar mão de expedientes terroristas como atentados e bombardeios esporádicos. A 11 de janeiro último, explosão em carro-bomba matou o cientista iraniano Ahmadi Roshan, o quinto da área nuclear assassinado no país nos dois últimos anos.

O Irã acusou de novo Israel e prometeu reagir. Resta saber se a reação será suficiente para acirrar o conflito e deflagrar, lá na frente, uma guerra de proporções mundiais. Também ainda é um mistério como reagirão a China, hoje dependente em grande parte do petróleo iraniano, e os demais países muçulmanos, que vivem hoje a sua “Primavera”, mas onde ainda é muito forte a rejeição a Israel e à ocidentalização (ou seja, à globalização invasiva e predatória do capital ocidental).

Tudo parece indicar que Obama não está nem um pouco preocupado com a ameaça de uma 3ª Guerra Mundial. Para garantir a reeleição, seu governo já se propôs a reduzir o efetivo do Exército e do corpo de fuzileiros navais dos EUA. Retirou tropas do Afeganistão e do Iraque, e agora se prepara para novas investidas pelo ar e pelo mar, à distância, muito provavelmente tendo como alvo preferido o Irã.

Segundo Robert Scales, articulista do Washington Post, isso tudo não passaria de mais um erro de estratégia de Obama, que “estaria esquecendo as lições da História, principalmente as deixadas por Mao Tsé-Tung, Ho Chi Min e Sadam Hussein” (o artigo foi publicado também noEstadão de 16/1/2012, em Internacional, página A11).

Lembra Scales que a maior lição por eles deixada (e que consiste também no maior trunfo dos inimigos dos EUA) é o número de baixas em terra por eles alcançado. Diz o articulista que os adversários não conseguem nunca superar os EUA no ar nem no mar ou no espaço. Em razão disso, prossegue ele, “a maior vulnerabilidade dos EUA está mesmo no número de americanos mortos em terra”. Por isso, Scales defende que Obama deveria é fortalecer as tropas terrestres dos EUA em vez de reduzir seu efetivo.

Será que os maias estavam mesmo certos e vamos assistir ao fim do mundo mais cedo do que imaginávamos? Já me começa a bater aquelamelancolia de Lars Von Trier. Ou seria mera paranoia minha? Abraços a todos.

Luta de classes,
a verdadeira
1ª Guerra Mundial.
E a mãe de todas
as guerras.  

É incorreto dizer, como fiz no primeiro artigo (ver acima), que essa (eventual) nova estratégia e investida do presidente Barack Obama para se reeleger --- vindo a destruir, para tanto, possíveis instalações nucleares no Irã --- pode resultar na 3ª Guerra Mundial. O cientificamente correto seria dizer que tal ação poderá desembocar, na verdade, na 4ª Guerra Mundial, não na 3ª. Entenda isto melhor.

A primeira grande guerra mundial --- que eu costumo chamar de guerra-mãe, como está, por exemplo, em meu livro “Miséria da Ciência” (2008) --- é a que veio com a divisão da humanidade em duas classes básicas, opressores e oprimidos (há 100 mil, 50 mil, 20 mil anos, a ciência ainda não soube precisar exatamente quando isto aconteceu).

A partir de então, teve início a luta de classes, hoje conhecida de todos nós. Por favor, entenda por luta de classes a latente e antagônica travada entre as duas classes. Quando essa luta se exacerba, temos troca de tiros, porradas, o que o valha, mas isto são apenas momentos críticos da luta de classes, não a luta de classes propriamente dita.

Como essa coisa aconteceu? Certos clãs ainda em situação tribal na Europa (dezenas de milênios atrás) viram-se obrigados a conquistar outras tribos circunvizinhas e a submeter sua população ao trabalho escravo. Foi a única maneira que encontraram para conservar (não perder) seus territórios: subordinando e escravizando os vizinhos que ameaçavam apossar-se de seu espaço territorial. Foi assim que a guerra-mãe (a luta de classes) começou. E é assim que ela aí está até hoje, apenas com outra roupagem.

Esse processo de escravização das tribos vizinhas consistia no seguinte: uma classe de homens, a dos invasores e conquistadores, apropriava-se dos territórios e da força de trabalho de outra classe, a dos invadidos e conquistados, com o mero intuito de se proteger e se defender das ameaças de invasões e conquistas territoriais (eram as guerras intertribais). Para evitar as reconquistas, essa classe de invasores precisou dominar e subordinar a população conquistada. Como consequência, teve de submetê-la ao trabalho escravo (ou seja, à apropriação de força de trabalho).

Num segundo momento, os invasores passaram a tirar proveito da nova situação, tornando usual o roubo de força de trabalho, prática que persiste até hoje e só aumenta. Para manter as tribos conquistadas sem revoltas ou rebeliões, evitando a reconquista dos territórios, não havia outro expediente senão o de lançar mão do chicote, açoitando o escravo ao menor sinal de revolta.

A humanidade ingressa assim numa nova era, em que muda radicalmente seu modo de trabalhar e produzir, na árdua luta pela sobrevivência e conservação da espécie. Essa nova situação --- em que se dá, repito, a luta de classes, a verdadeira 1ª Guerra Mundial e a mãe de todas as guerras (a guerra-mãe) --- veio a se disseminar pelo Planeta.

A partir de então, uma nova classe de indivíduos (privilegiada, porque formada pelos então conquistadores) viu-se na contingência de ter de obrigar outra classe de homens (a formada pelos então conquistados) a trabalhar de forma submissa para os seus opressores. Essa foi a grande mudança! Nasce nesse momento a propriedade privada, que é a apropriação individual de tudo por essa classe (de terras, escravos, bens materiais, filhos, até a mulher dos outros). A propriedade privada, que é a apropriação indevida, vai ser o norte da sociedade de classes, a base na qual ela irá se assentar.

Eis a luta de classes, que passou a ser de fato o motor da história. É verdade, ela tem sido responsável por todo avanço e progresso até aqui, mas também por todos os nossos males (de distúrbios como a depressão e a síndrome de pânico à barbárie da criminalidade e do narcotráfico). Ao nos trazer situações de alto estresse, insatisfação e infelicidade, ela vem empurrando a humanidade para as drogas e as religiões, fazendo pipocarem cada vez mais revoltas e rebeliões, na forma de guerras etc. Daí a luta de classes ser de fato a guerra-mãe.

Na condição de escravo, aquele que foi submetido a essa nova forma de trabalho passou então a ter de cumprir horário e a exercer uma ou duas funções apenas, de forma rotineira, todos os dias, sob o tacão do chicote. Isto acabou por transformar o trabalho --- antes aventura livre e bastante criativa, ainda que árdua (como era na caça, na pesca, na busca de frutos, raízes e vegetais etc. da sociedade primitiva) --- em algo bastante aborrecido, monótono, extenuante e altamente estressante. E, pior, sem que a parte obrigada a despender força de trabalho recebesse nada em troca.

Mas como “sem receber nada em troca?” O escravo não recebia teto, proteção e alimentos de seu senhor? Sim, recebia. Na servidão, aquele que trabalhava não acabava ficando com uma parte do que produzia e tinha direito de fazer o que bem entendia com ela? Sim, ficava. E também não recebia proteção de seu senhor? Sim, recebia. E, no trabalho de nossos dias, o trabalhador não recebe salário “em troca”? Sim, recebe.

Tudo isso é verdade, mas não passa de farsa grosseira, para a qual a maioria esmagadora dos humanos ainda não se deu conta e é inconsciente. Na escravidão, por exemplo, eram os próprios escravos que garantiam teto, proteção e alimentos para si mesmos. Seu proprietário apenas se incumbia de repassar, aos escravos, parte do que eles mesmos produziam na forma de teto e alimentos, oferecendo-lhes também proteção (esta iria ser garantida pela “polícia” que os senhores de escravos viriam a criar, usando seus próprios subordinados para impedir também rebeliões e revoltas, como já vimos).

Ou seja, na escravidão, quem de fato garantia proteção e segurança aos escravos eram os próprios escravos, isto é, aquele grupo de escravos ‘selecionado’ especificamente para essa missão, o que veio a dar origem à polícia e ao militar de nossos dias. O principal intuito dessa proteção aos subordinados era conservar a ordem que permitia, ao senhor de escravos, mantê-los vivos e sob controle, como sua propriedade. Em essência, isto não mudou, é assim até hoje.

Já temos aqui clara situação de roubo de força de trabalho, a custa da escravidão. Assim, aquele que trabalha e produz (no caso, o escravo) é o responsável também pela produção de tudo aquilo que ele mesmo imagina, equivocadamente, “receber em troca” de seu senhor (como teto e alimentos). Além disso, o escravo sempre recebia “em troca”, pelo que produzia ou pelos seus serviços, muito menos do que garantia, de retorno e em produtividade, ao seu senhor. E isto também é assim até hoje, a ponto de podermos afirmar que o trabalhador de nossos dias não passa de escravo moderno, muitas vezes em pior situação que a daquele escravo.

É mais do que óbvio que é o trabalhador moderno quem também constrói o próprio salário, a custa do suor de seu empenho, embora imagine, equivocadamente, que é seu empregador quem tira do próprio bolso para lhe pagar, todo o final de mês. O trabalhador trabalha durante um mês, e o fruto de seu trabalho vai todo para as mãos daquele que o empregou. Ao final da jornada de trabalho, o empregador, que fez capital com a força de trabalho roubada de seu empregado, usa parte desse ganho para“lhe dar em troca” o salário. E nem o empregador nem o empregado têm, na esmagadora maioria dos casos, consciência disso.

Como podemos ver, o salário não passa de truque, na medida em que é sempre construído pelo próprio trabalhador e é sempre --- SEMPRE, REPITO --- muito inferior, em valores, ao que o mesmo trabalhador rende ao seu empregador, em termos de produtividade e garantia de “retorno” (custo-benefício). É, portanto, nesse trabalho praticado em nossos dias que temos a mais cristalina, intensa e significativa (portanto, nefasta) prática do roubo de força de trabalho.

Por que é, hoje, a mais significativa e nefasta? Porque é justamente dessa prática irracional --- NUNCA É POUCO REPETIR --- que derivam nosso modo de vida atual, todos os males que nos atingem (doenças, distúrbios, transtornos etc.), e ainda a barbárie da criminalidade e do narcotráfico, enfim, a decadência social que ora experimentamos e que está acabando com a vida no Planeta.

Estamos aqui diante da maior violência perpetrada pelo ser humano contra si próprio. Destacar um indivíduo para trabalhar e tirar proveito disso (isto é, para se locupletar expropriando-lhe força de trabalho, nas condições que acabo de expor aqui) é violação do mais sagrado direito do ser humano.

O trabalho existe para que o ser humano possa vencer --- sim, com muita transpiração, mas também com galhardia, alegria, diversão e entretenimento --- a luta pela sobrevivência, como acontecia na sociedade primitiva. Não para se aborrecer e se estressar, enriquecendo o outro! Todo ser humano tem o direito (sagrado) de usar como bem entende (e quando realmente precisa) sua própria força de trabalho, na árdua luta pela sobrevivência e pela conservação da espécie.

Quando alguém interfere nesse processo e passa a roubar força de trabalho de outro --- tirando vantagem disso e se locupletando, como vemos acontecer corriqueiramente (pasme, o roubo de força de trabalho está legalizado e é louvado na sociedade) --- comete crime de lesa-humanidade, por maior que seja o salário recebido. Trabalhar para outro, na sociedade de classes --- especialmente no capitalismo, em que temos roubo de força de trabalho em escala --- é violência, é violação, mesmo que o salário desse empregado seja maior que todos os ganhos acumulados pelo seu empregador.

Em suma, o modo como o homem trabalha e produz é a verdadeira fonte de origem de todos os dados de realidade em que o ser humano está de uma forma ou de outra metido. Daí sua importância. Se essa forma de trabalho é irracional e se assenta no roubo de força de trabalho de um ser humano pelo outro, como é hoje no capitalismo, o que temos, como resultado, é a desumanidade em vez da humanidade. Ou melhor, é a humanidade coberta pelo manto da infelicidade, o efeito mais perverso dostress para o qual todos os dias a luta de classes nos empurra. Daí a exacerbação, hoje, do roubo, da corrupção, da criminalidade, do narcotráfico e de toda a barbárie que só avança cada vez mais, jogando-nos nas trevas da obscuridade. Daí, repito, a fuga nas drogas e nas religiões, que não leva a nada e só promove o retrocesso.

SOU OBRIGADO A REPETIR: a sociedade de classes, não importa o tipo (se dos escravos, feudal, capitalista ou de qualquer outra espécie), já salvou a humanidade, impedindo seu desaparecimento. PERDÃO SE BATO DE NOVO NESSA TECLA: ela brindou-nos com todo esse progresso que aí está, sobretudo a de talhe capitalista, sem a qual a humanidade já teria sucumbido. O capitalismo não é nenhum bicho-papão e já ajudou muito a humanidade. Só que já há algum tempo deixou de ser progressista.

Essa forma de trabalhar e produzir que se dá pela prática do roubo diário e em escala de força de trabalho, na qual se assenta principalmente o capitalismo, já se esgotou, embora disponha de muito fôlego ainda e esteja longe de perecer. No momento, a luta de classes, presente em cada poro da sociabilidade que aí está, concorre cada vez mais para a destruição ambiental e a “desumanização”. Está levando-nos a passos largos para o fim da vida no Planeta. É esse modo capitalista de produzir e trabalhar, hoje dominante, que move presidentes como Barack Obama a destruir instalações nucleares no Irã, no afã de se reeleger, o que nos poderá levar à 3ª (na verdade, 4ª) Guerra Mundial.

E não adianta correr atrás de novas fórmulas, modelos ou sistemas, porque o capitalismo também não é fórmula nem modelo, muito menos sistema criado ou idealizado pelo homem. Socialismo e comunismo --- é bom que se diga, ainda não tivemos socialismo nem comunismo no Planeta, ou algo parecido --- também nunca foram substitutivos para o capitalismo nem metas capazes de se impor ao capitalismo, eliminando-o (uma vez que também não são fórmula, modelo ou sistema postos de pé pela nossa imaginação).

São apenas caminhos ocasionais pelos quais a humanidade já enveredou, no caso do capitalismo, e poderá enveredar (ou não), no caso do socialismo e do comunismo. Mas precisa por eles enveredar, se deseja continuar sua vitoriosa marcha pela conservação da espécie e da vida no Planeta. Está difícil, ‘kamarada’. Prevejo, ainda, uns 300 a 400 anos de trevas. De pré-história das brabas, mesmo. Mas não podemos esmorecer. É a humanidade que está em jogo. E há muito por fazer, como impedir, por exemplo, que Obama nos brinde com a 3ª (ou 4ª) Guerra Mundial. Abraço a todos.

25 de dezembro de 2011

Noite de Verão nas Estrelas



Minha mãe passou duas semanas com Franz LeHar...
15 dias intensos e delirantes!
Emagreceu 8 quilos em 15 dias...
O melhor regime que alguém já fez...
Ela assistiu a vários concertos
Desenhava para nos mostrar a beleza que havia visto.
Dizia que estava aprendendo Nomeclatura...
O Ego acreditava que ele viera para me punir...
-Estão preparando 6 meses de vida no céu - Interferiu Franz LeHar
Perguntei:- A Senhora vai se tornar uma pianista?
Ela olhou para Lehar e voltou-se para mim: - Não!
Então eu com meu jeito rude olhei em direção a Franz Lehar e esbravejei:
-Se quiser, você que nasça de novo!
E olhei bem firme para minha mãe:
-Encontre o prazer! Viva o Prazer! Dance!
Franz Lehar  disse: -Vou embora!
Minha mãe desolada, ajoelhou, segurou suas mãos e implorou-Não se vá!
-Não me deixe!
Eu continuava: -Vá, Vá!
Eu disse autoritariamente: -Deixa que eu me viro! Eu sei o que faço! 
E Ele se foi!...
Passaram-se anos e a história se repete!
Eu estou as voltas com Beethoven
Passeando pelos Bosques de Viena
Escutando Valsas e sonhando com uma Noite Verão!
Ps: Minha mãe sonhava modestamente, era simplória e alegre! Uma Viúva Alegre!
Eu tenho o gosto meio atravessado! Minhas preferências são estravagantes, ou melhor Extra_Vagantes! he he he
Minha visão de sexy é coadjuvante!
Vivo sonhando acordada Com uma Noite de Verão ao lado de Spock! 
(The Search for Spock) 
O Desejo e  o Delírio andam de mãos dadas! DD 
E quem se atreve a Julgar? 
Deixe o sonho acontecer!
Deixe o sonho Bailar... 
Dia D


Sonho de Uma Noite de Verão 

24 de dezembro de 2011

Eu Acredito -

 Make Of and Making Of

Acordei com toda a emoção do mundo teimando em sair
Estou transbordando em frêmito...

Quanto mais eu penso em luz, 
quanto mais eu penso no Instante e na emoção do sentir, 
mais eu acredito no Milagre. 
A Vida acontece.

Estou farta de emoção, tão repleta do sentimento que eu poderia expandir.... 
Vou me desdobrar em estrelas...

Não importa se é Amor 
Se Dor de Amor ou Desamor ...
Quanto mais eu penso em luz, 
quanto mais eu penso no Instante e na emoção do sentir...
Mais eu acredito no Milagre...
A Vida acontece!...

Assinado: MARIA TEREZA PENNA


Acabei de descobrir que o sentimento não acaba nunca.. 
Ele se transforma em instantes de emoções. 
Um soco no estômago... 
Uma Fome!...
Vou chorar novamente
Assinado: HUMANA


Saudade
Para Saudade não existe tradução...
Você Pode sentir saudade do instante...
Ou a incerteza do instante que aconteceu
o resto é ilusão...
Para Saudade não existe tradução.
Você Pode sentir saudade do instante
Ou a incerteza do instante que não aconteceu
o resto é imaginação
Um Instante Preciso e Precioso
O resto é Ilusão...
Eu precisei de um instante preciso
Eu só precisei de um instante
Um Instante que aconteceu...
Um Instante real cria um Universo imaginário
O que fazer com a emoção que fugiu do instante? 
O que fazer com a emoção que viveu o Instante? 
O que é que eu faço agora? #bananasLife
Agora?
Agora eu sei do Instante!
Eu senti num Instante #Life
O amor do mundo.
Assinado: Estrela

O Instante e as grandes Meioses
Instantes Insistentes
De soneto e sinfonia se morre e se vive.
De soneto em sinfonia vão se sublimando Instantes
Insistentes Instantes.
Se soneto e sinfonia se recheia uma vida.
Instantes Insistentes
A verdade num instante.
Todo o amor num instante...
Todo desamor num instante
O Instante é a verdade
A realidade foi
O Instante ...
O amor infinito
Num Instante
O Desamor Finito
Num instante
A Inspiração
A Sinfonia...
Num Instante
O instante é vida
A vida é instante
O Instante é sinfonia
O Instante é o finito e o infinito
O Instante foi
O instante é
Nunca mutante
Infinitamente constante
Finitamente inconstante...
A vida é Instante
A Vida é Insistente
O Instante é Eterno
O Sentimento é o Instante
O Amor infinito
O Desamor finito...
Instante constante
Nunca mutante
Infinitamente constante
Finitamente inconstante.
Uma vida inteira para decodificar o instante
Vida Insistente
Emoção - Sentimento
Luz - Milagre...
A Vida acontece!


Assinado: LUZ

EU ACREDITO

Você pode viver intensamente um Sentimento
E fazer dele pura Poesia
Você pode sublimar um Sentimento
E transforma-lo numa Sinfonia
Você só não conseguirá Medi-lo


Como se mede o Infinito?




Um Amor Infinito

 Pedro Ayres Magalhães



Dizem que 

Um Amor Infinito

Já não há

porque não pode ser

um Amor 

se Divino

Já não há

Nem há nada a temer

- E eu não acredito...

Não sei como

Eu não acredito...

- E peço para ver

- Eu só peço para ver 

ainda peço para ver

Um Amor Infinito, 

já não há

é impossível haver

Dizem 

que um Amor

Consentido

Já não há

nem se pode entender

- E eu não acredito...,

- Eu não, não, não, não acredito...

- E peço para ver...

-Eu só peço para ver

- Ainda peço para ver

Dizem que 

Um Amor Infinito

Já não há

Nem há tempo a perder

Um Amor

Um Princípio

Já não há

Nem há nada a dizer

- E eu não acredito...

Não sei como

Eu não acredito...

- E peço para ver

- Eu só peço para ver 

ainda peço para ver


O Que Eu queria Dizer a Beethoven:


Elisabeth Grümmer sings "Ich liebe dich" by Ludwig van Beethoven

Eu queria dizer umas palavras
Mas o vento as levaria
Eu queria dizer umas palavras ao vento
Mas seriam palavras surdas
Eu queria dizer umas palavras...
Eu queria dizer umas palavras na chuva
Mas a chuva lavaria as palavras
E as tornariam mudas
Palavras mudas não são ouvidas

O vento pode afagar o seu rosto
Ou varrer o seu mundo num ciclone
E você ouvirá mesmo que você não escute
E revelará o que escutou
Mesmo que sejas mudo
Por que o som está impregnado no sentimento
E o sentimento não precisa ser entendido nem comprovado.
Para se compreender num Sentimento
Basta apenas sentir!

O Som da Eternidade

Você não precisa ouvir para se revelar no som
Você pode pintar seu retrato com as tintas da emoção
Você pode colorir com música
Se abraçar o sentimento do mundo
Também pode tingir o mundo com as cores de sua alma
Dissolvendo-se  constantemente
Na vibração das ondas sonoras
E você será eterno enquanto durar o infinito...

Ich liebe dich
Ich liebe dich, so wie du mich,
Am Abend und am Morgen,
Noch war kein Tag, wo du und ich
Nicht teilten unsre Sorgen.

Auch waren sie für dich und mich
Geteilt leicht zu ertragen;
Du tröstest im Kummer mich,
Ich weint in deine Klagen.

Drum Gottes Segen über dir,
Du, meines Lebens Freude.
Gott schütze dich, erhalt dich mir,
Schütz und erhalt uns beide.

 
Eu amo você
Eu amo você como você me ama,
à noite e de dia,
não houve uma vez em que eu e você
não compartilhássemos nossos problemas.

E quando os compartilhamos
eles tornaram-se mais fáceis de resolver;
Você me confortou na aflição,
e chorei os seus lamentos.

Que as bênçãos de Deus estejam sobre você,
Você, a alegria da minha vida.
Que Deus a proteja, que a guarde para mim,
Que nos proteja e nos guarde ambos.

MINHA FORTALEZA


VOLTA PRA MIM!!!
MESMO QUE ESTEJA EM OUTRA DIMENSÃO!!